Bolsa família vai subir para r$ 691 após governo achar folga de r$ 19 bi no cofre
Valor atualizado começa a pingar na conta em outubro e equipe econômica garante que contas públicas seguem no prumo.

Se liga nessa novidade que mexe direto com o bolso de milhões de brasileiros espalhados pelo país. O governo federal encontrou uma folga de R$ 19,6 bilhões no orçamento deste ano e bateu o martelo: vai rolar reajuste de cerca de 15% no Bolsa Família, empurrando o piso do benefício de R$ 600 para R$ 691. A grana nova começa a ser paga já no dia 19 de outubro.
De acordo com o Ministério do Planejamento e Orçamento, essa margem de recursos apareceu porque houve uma queda nas projeções de gastos obrigatórios, como os pagamentos da Previdência Social, do Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de despesas com pessoal e subsídios. Só na Previdência, a redução estimada na projeção de crescimento foi de R$ 11,5 bilhões. O ministro da pasta garantiu que a medida respeita todas as regras fiscais vigentes e não bagunça as metas das contas públicas, ressaltando que o detalhamento completo será publicado no Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas até quinta-feira (24). O impacto financeiro do reajuste será de R$ 5,8 bilhões em 2026 e de R$ 22,7 bilhões no ano que vem.
Se tivesse uma medida de caráter eleitoreiro, populista, o que aconteceria é que ela seria tomada no improviso e, na verdade, nós só autorizamos, só demos o ateste orçamentário, a partir do momento em que a gente verificou que havia o espaço fiscal.
A decisão de atualizar os valores pelo critério de correção monetária, que não ocorria desde março de 2023, também passou pelo crivo do Supremo Tribunal Federal. Na última sexta-feira (18), o ministro Gilmar Mendes avaliou que o decreto não fere as normas eleitorais. Para 2027, o governo já sinalizou que enviará uma mensagem modificativa ao Congresso para incluir a previsão do benefício, mantendo a meta fiscal positiva de R$ 18,6 bilhões fixada para aquele ano.
Por que isso importa pra você
Para quem depende do auxílio para colocar comida na mesa, a mudança representa um alívio real no custo de vida diante da inflação acumulada nos últimos anos. Saber que o dinheiro extra tem respaldo técnico e não vai comprometer a economia do país traz mais segurança para as famílias que contam com essa renda todos os meses.
E aí, morador, o que você achou dessa mudança no valor do Bolsa Família? Deixa seu comentário aqui embaixo e conta pra gente como essa grana extra vai ajudar no orçamento da sua casa!
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