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CIDADE

Bolsa família sobe e novo valor chega em outubro

Governo federal confirma reajuste com base na inflação e detalha como ficam os repasses para as famílias brasileiras a partir do próximo período.

Redação Cafe com Gaza·
Bolsa família sobe e novo valor chega em outubro

Se você recebe o benefício do governo federal, prepare o bolso porque os repasses vão mudar de patamar muito em breve. A correção anunciada pelo poder executivo mexe diretamente na vida de milhões de brasileiros que contam com essa renda para colocar comida na mesa.

O valor médio pago pelo programa passa de R$ 675 para R$ 777. De acordo com os dados oficiais, a atualização foi calculada considerando a inflação acumulada pelo INPC desde 2023, com o propósito de devolver o poder de compra perdido pelas famílias de menor renda. O novo valor começa a valer a partir de outubro de 2026, pegando o período entre o primeiro e o segundo turno das eleições, e os depósitos continuam seguindo o calendário tradicional organizado pelo final do NIS.

Com as novas regras, o Benefício Complementar chega ao teto de R$ 691 para quem não alcança esse piso com a soma dos outros valores. Já o Benefício de Renda de Cidadania fica em R$ 164 por integrante, o Benefício Primeira Infância paga R$ 173 por criança de até sete anos incompletos, e o Benefício Variável Familiar garante R$ 58 por integrante enquadrado nas normas. O impacto fiscal previsto é de R$ 5,8 bilhões para o restante de 2026 e de R$ 22 bilhões para 2027.

Estamos fazendo o dever de casa para incorporar no Orçamento que já estava previsto para este ano o reajuste, sem solavancos, sem mudança de rumo.

Para ter direito aos repasses, as famílias precisam estar inscritas no CadÚnico e apresentar renda mensal de até R$ 218 por integrante. Atualmente, o programa atende quase 50 milhões de pessoas em todo o país. A consulta de valores, situação cadastral e datas pode ser feita de forma simples pelos aplicativos Bolsa Família e Caixa Tem, além dos canais oficiais.

Por que isso importa pra você

Qualquer mexida nos programas federais de transferência de renda mexe com o comércio de bairro, com a circulação de dinheiro nas ruas e com o orçamento de vizinhos e familiares que dependem desse suporte para encarar o custo de vida nas cidades.

Como você avalia essa mudança nos valores e o impacto disso na sua rotina e na economia do nosso país? Deixe sua opinião e conte pra gente nos comentários como esse recurso faz diferença no seu dia a dia.

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