Corte de R$ 42 bilhões no orçamento federal mexe com o país inteiro
Equipe econômica do governo federal precisa revisar as contas para 2027 após medidas aprovadas antes das eleições

Olha só o tamanho desse número, meu povo: estamos falando de uma revisão de R$ 42,3 bilhões nas contas públicas federais para o ano de 2027. Quem acompanha a nossa economia sabe que qualquer mexida lá em cima acaba respingando no bolso de todo mundo, e a gente precisa ficar de olho em como o governo vai equilibrar esse jogo.
Tudo isso acontece por causa de três decisões tomadas antes do período eleitoral. A primeira delas é o programa Desenrola 3.0, onde o Tesouro Nacional planeja comprar cerca de R$ 150 bilhões em dívidas da população junto aos bancos, com um desconto estimado em torno de 90%. Isso vai custar R$ 15 bilhões ao orçamento de 2027, fazendo com que o cidadão passe a dever diretamente para o governo, mas com valores bem menores, embora o montante final possa mudar dependendo do leilão com as instituições financeiras.
O segundo ponto é a proibição das casas de apostas esportivas, que retira dos cofres federais uma arrecadação estimada em R$ 5,3 bilhões que já estava contabilizada no projeto de lei orçamentária anual de 2027 enviado ao Congresso Nacional em agosto. Para completar, o reajuste do piso do Bolsa Família, que sobe de R$ 600 para R$ 691, vai gerar um gasto extra de R$ 22 bilhões no próximo ano, segundo os cálculos da equipe econômica.
O projeto de lei precisa passar pelo voto do Legislativo até o final de 2026, mas será o próximo presidente da República, escolhido nas urnas, o responsável por executar esses gastos. O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, explicou em entrevista coletiva no dia 25 que o impacto do programa de renegociação de dívidas fica para o ano seguinte, enquanto os ministérios da área econômica garantem que a peça orçamentária seguirá rigorosamente dentro da meta fiscal estabelecida.
Por que isso importa pra você
No fim das contas, a forma como o governo vai cobrir esse buraco bilionário define o ritmo da inflação, o preço dos produtos no mercado e a oferta de serviços públicos para o trabalhador. Queremos saber a sua opinião: você acha que o governo consegue manter as contas em dia sem prejudicar o bolso do trabalhador? Deixe seu comentário e participe da nossa conversa.
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