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CIDADE

Crescimento menor e rombo maior: veja o impacto na economia

Banco Central reduz projeção para o PIB brasileiro e projeta contas públicas mais apertadas para os próximos anos.

Redação Cafe com Gaza·
Crescimento menor e rombo maior: veja o impacto na economia

Segure o bolso e preste muita atenção em como o cenário econômico nacional mexe diretamente com a sua rotina financeira. O Banco Central divulgou nesta semana uma revisão que acende o sinal amarelo para o ritmo do país, mostrando que o crescimento brasileiro deve desacelerar e os números do governo exigem cautela redobrada.

De acordo com as projeções atualizadas, a estimativa de alta da economia para 2026 recuou de 2% para 1,8%. A retração reflete uma atividade mais fraca na indústria e nos serviços, áreas que sentem o peso direto dos juros elevados. No campo da inflação, a expectativa permaneceu estacionada em 5,2%, patamar que supera o teto estipulado pela meta oficial.

Enquanto o ritmo produtivo desacelera, a projeção para o déficit nas contas públicas apresentou uma piora considerável, saltando de R$ 52 bilhões para quase R$ 81 bilhões. Para cumprir as regras do arcabouço fiscal e conter o endividamento, a equipe econômica aposta no abatimento de despesas obrigatórias, como dívidas judiciais e precatórios, além de ajustes em gastos previdenciários que permitiram acomodar a ampliação do Bolsa Família dos atuais R$ 600 para R$ 691.

Por que isso importa pra você

Toda essa movimentação em Brasília não fica restrita aos gabinétes. Quando a economia desacelera e a inflação continua pressionada acima da meta, o custo de vida do trabalhador sente o reflexo na gôndola do supermercado, no crédito mais caro e nas oportunidades de emprego. A política monetária restritiva, mantida pelo Banco Central para conter os preços, acaba ditando o ritmo do seu orçamento doméstico.

Como você está sentindo essas mudanças na sua rotina e nos preços do dia a dia? Conta aqui nos comentários e compartilhe sua experiência com a nossa comunidade.

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