Demora em testes impede o diagnóstico precoce da AME no país
Especialistas alertam que a lentidão na ampliação do exame neonatal compromete o tratamento e a mobilidade de pacientes com a doença rara.
O mês de agosto é marcado pelas campanhas de conscientização sobre a Atrofia Muscular Espinhal, condição conhecida pela sigla AME. Entidades voltadas à defesa dos pacientes chamam atenção para o fato de que a lentidão na identificação da enfermidade e no início dos cuidados médicos no Brasil pode colocar em risco a capacidade de locomoção dos doentes.
Impacto na saúde dos pacientes
Informações divulgadas pelo Instituto Nacional da Atrofia Muscular Espinhal apontam que a detecção da forma mais severa da patologia costuma acontecer com atraso na rede pública, o que gera barreiras significativas para que as famílias consigam iniciar a terapia adequada no tempo ideal recomendado pela medicina.
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