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POLÍTICA

Disputa presidencial começa com foco cauteloso em segurança e mulheres

Candidatos ao Planalto deram o pontapé inicial em suas agendas oficiais neste domingo buscando redutos eleitorais seguros.

Redação Cafe com Gaza·
Disputa presidencial começa com foco cauteloso em segurança e mulheres

A corrida pela Presidência da República teve seu primeiro dia oficial de atividades neste domingo (16), com nomes de peso da política nacional desfilando propostas em diferentes pontos do país. Nos palanques montados para a largada, a tônica geral foi a cautela por parte dos favoritos nas pesquisas, que preferiram desviar de assuntos espinhosos para proteger suas marcas eleitorais.

Estratégia e redutos seguros

Para evitar qualquer tipo de desgaste ou confrontos diretos com eleitores opositores, a largada aconteceu em zonas de conforto. Os principais postulantes ao cargo máximo do Executivo federal escolheram se apresentar em seus berços políticos ou cidades de origem, pisando em ovos ao lidar com temas que poderiam gerar faíscas logo no primeiro dia.

Um dos nomes na disputa, apontado como um dos líderes na preferência do eleitorado, evitou esticar a corda sobre o chamado tarifaço e concentrou suas breves palavras em questões de política externa e fronteiriças.

Ele fez uma fala muito rápida dizendo que o Lula procura briga com um país que está muito distante, em vez de tentar melhorar situação dos países que fazem fronteiras do Brasil e que isso estaria aumentando o crime no nossos país. Mas não citou tarifaço, Trump e sobretaxação

Promessas e alfinetadas na largada

Do outro lado, a agenda do candidato petista veio acompanhada de um discurso mais enxuto que o habitual, passando ao largo de escândalos recentes. O foco foi direcionado ao eleitorado feminino e a pautas duras da segurança pública, terreno historicamente espinhoso para o partido.

Focou muito no eleitorado feminino e quis focar também num plano para a segurança pública, que é um assunto, no mínimo, delicado para o PT, que enfrenta dificuldades quando tem que abordar esse tipo de tema

As propostas para a área de segurança, aliás, ganharam contornos diversos pelo Brasil. O atual ocupante do Planalto prometeu criar um ministério dedicado ao tema, enquanto outro concorrente do campo conservador defendeu a castração química. Outros nomes da direita dividiram o palanque entre críticas à gestão atual, alfinetadas em adversários diretos e discursos firmes contra a criminalidade, incluindo o uso de colete à prova de balas em eventos públicos.

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