Acordo fechado, conta apertada: saiba como não cair no vermelho de novo
Limpar o nome dá alívio, mas manter as prestações em dia exige estratégia com o salário para evitar novas surpresas no orçamento.

Conseguir aquele desconto na dívida é um alívio gigante, mas a gente sabe que o boleto novo chega para cobrar espaço no orçamento. Sabe aquela parcela que parecia caber direitinho na hora da negociação? Ela pode virar uma dor de cabeça nos meses seguintes se a gente não prestar atenção no fluxo do dinheiro.
Para explicar como manter a casa em ordem sem sufoco, especialistas como Ricardo Hiraki, CEO da Plano Fintech, e Fátima Macedo, vice-presidente da Aescon-SP, dão a letra sobre o planejamento ideal para essa fase de compromisso novo.
Por que isso importa pra você
Antes de fechar qualquer acordo com o credor, a conta principal é descobrir quanto realmente sobra na sua mão. A dica é partir da renda líquida já descontando impostos e INSS. Desse valor, tire primeiro os gastos essenciais como teto, comida, saúde e transporte. Os especialistas apontam que o compromisso com dívidas deve ficar entre 20% e 30% da renda líquida, mas isso muda se o seu custo de vida já estiver no limite.
Outro ponto crucial é a data dos vencimentos. Às vezes o dinheiro entra, mas a bagunça nos dias de pagar as contas gera juros à toa. Se o calendário apertar, vale negociar com o credor para mudar o dia de vencimento. Dividir o que sobra para o mês em pequenas quantias semanais também ajuda a enxergar para onde o dinheiro está indo antes que ele suma.
E você, morador, já passou pelo perrengue de fechar acordo e ter que reapertar o cinto? Conta aqui nos comentários como faz para o salário durar o mês todo e divide sua experiência com a nossa comunidade!
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