Caixa fecha portas e paralisação chega ao décimo primeiro dia
Empregados rejeitam nova proposta nas assembleias e braço de ferro continua travando operações em todo o país.

Você que depende dos serviços bancários para tocar o seu dia a dia precisa saber que a situação nas agências continua complicada. A paralisação nacional dos empregados da Caixa Econômica Federal completou onze dias nesta segunda-feira, após a categoria decidir recusar a nova proposta apresentada nas assembleias realizadas das 11h às 18h.
Mesmo com a orientação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), ligada à Central Única dos Trabalhadores, para que os sindicatos aceitassem o acordo, a base votou contra. Com isso, setores vitais continuam travados, com destaque para os financiamentos habitacionais, segmento em que a instituição financeira lidera o mercado.
Entre os pontos que geraram atrito e motivaram a rejeição estão as regras sobre o fim do limite de idade dos filhos para utilização das horas de acompanhamento familiar e a flexibilização de jornada e mobilidade para empregados com deficiência. As mudanças no plano de saúde, que traziam redução no teto anual de coparticipação para R$ 4,7 mil e no valor do pronto-socorro para R$ 120, também não foram suficientes para convencer a categoria.
Por que isso importa pra você
Essa paralisação mexe diretamente com o bolso e com os planos de quem busca crédito para a casa própria ou precisa resolver pendências diretamente no banco. A rotina de quem precisa de atendimento presencial segue comprometida enquanto o impasse trabalhista não encontra uma solução definitiva entre a direção e os funcionários.
Conta aqui nos comentários como essa paralisação está afetando a sua rotina e se você conseguiu resolver suas pendências nos últimos dias.
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